domingo, março 19, 2006

Suspensão

Decidiu a Comissão Política Nacional do PNR, na sua última reunião em que não estive presente, face a alguns desacertos (determinados na maior parte dos casos por excesso de empenho e generosidade) de actuação de alguns núcleos do Partido, suspender os mesmos até que para eles seja devidamente estabelecida uma regulamentação e código de actuação.
Na sequência do pedido do nosso Secretário-Geral do PNR e seguindo o seu próprio exemplo, vamos encerrar este Blog, esperemos que temporariamente, até decisão contrária, prometendo voltar ao seu combate pelo PNR no concelho de Lagoa tão breve quanto possível.

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Santarém Nacional


O Santarém Nacional faz hoje anos.
Que conte por muitos são os votos sinceros desde irmão mais novo.

segunda-feira, novembro 07, 2005

Paris 2005

Temos estado a assistir nos últimos dias ao resultado prático das políticas “politicamente correctas” dos governantes que têm gerido a Europa nos últimos anos.
Ainda há quem ache exageros nas tomadas de posição dos Nacionalistas quanto á invasão Europeia pela imigração ?
Será que o que nos tem entrado pelos olhos a dentro pela mão da televisão sobre os acontecimentos vergonhosos em Paris nos últimos dias é uma “invenção” como a do arrastão de Carcavelos ?
Ainda há alguém que seja de opinião que não devemos defender o que é nosso ?
Será preciso que os “jovens” da Cova da Moura ou de um qualquer outro dos famosos bairros periféricos das nossas cidades comecem a queimar Lisboa para os Portugueses acordarem e nos darem razão ?
Que mais será preciso acontecer para os nossos políticos intelectualoides que estudaram todos pela mesma cartilha de índole esquerdista parem de uma vez por todas com a política suicida que têm praticado ?
Temos de dizer BASTA de uma vez por todas a este sistema e esta política criminosa que nos transforma em vitimas na nossa terra , no nosso próprio País .
Basta desta política de sistemática destruição do nosso Pais e da nossa identidade Nacional.
Chega de tentar calar a voz aos Nacionalistas e ao PNR, chega de boicotes e perseguições políticas aos únicos que tentam defender a Pátria e os Portugueses.
Defender Portugal não é crime .
Defender a Pátria é dever e obrigação de todos os Portugueses.

terça-feira, outubro 18, 2005

Calar quem defende os portugueses!


Escrito por Comissão Política
Terça, 18 Outubro 2005



O PNR, Partido Nacional, tem sido a única voz que, verdadeiramente sai em defesa de Portugal e dos portugueses.
Porém, face a um sistema profundamente injusto que promove os partidos de poder e silencia os pequenos partidos cuja mensagem ameace o seu “status quo”, o PNR iniciou há 5 meses atrás, uma estratégia de maior intervenção e visibilidade para furar o bloqueio do silêncio imposto pelo sistema e para, desse modo, fazer chegar a sua mensagem ao povo.
Essa estratégia está a surtir efeito! Temos assim, experimentado um apoio crescente sem precedentes. Face a esta inequívoca realidade, os “campeões da tolerância” – sempre atentos – começam a ficar incomodados e preocupados com o previsivel crescimento significativo do Partido Nacional. É bom de ver que, nestas ocasiões, se desmascaram a si próprios, mostrando que afinal só defendem a tão apregoada liberdade de expressão para quem pensa como eles, procurando por todos os meios censurar quem expressa ideias verdadeiramente alternativas.
É neste contexto que começa, assim, a endurecer a perseguição política ao PNR, numa (vã) tentativa de o calar e de o fazer recuar. Se o “truque” da censura silenciosa já não é suficiente, há que passar à acção, fazendo avançar certas organizações “de serviço” que moveram acções judiciais contra o PNR e os seus dirigentes.
Há dois meses, a grosseira intolerância e perseguição visou o Delegado da Distrital do Porto. Desta feita, indo mais longe, querem impedir o PNR de ter as suas ideias, tendo assim movido um processo contra o teor das causas por nós defendidas, que se encontram nomeadamente aqui no portal.
Querem calar quem defende os portugueses! Agora, parece que defender Portugal e os portugueses é crime...
Por isso, o Presidente do PNR José Pinto-Coelho está, a partir de ontem 17 de Outubro, constituído arguido com “termo de identidade e residência”, pelo simples facto de ter ousado assumir a liderança de uma parcela cada vez maior de portugueses que “teimam” em querer perpetuar a sua Nação.
Mas o Partido Nacional não recua! Na defesa das nossas causas, da nossa Pátria e do nosso povo, não há censuras ou perseguições que parem a nossa marcha!
Os portugueses sabem que, para além deste sistema da destruição nacional, no fundo do tunel há uma Chama que cresce. Uma Chama que ilumina novos horizontes.
Os portugueses sabem que podem contar com o PNR!
Os portugueses sabem que o PNR assume causas justas, com coragem e determinação.
É por isso que, mais e mais se vão juntando a nós!

Os nossos inimigos também o sabem...

quinta-feira, setembro 22, 2005

Conferência de imprensa de apresentação da Juventude Nacionalista



Vai ter lugar no próximo dia 1 de Outubro, pelas 14h, na Junta de Freguesia de Benfica (Lisboa), uma conferência de imprensa de apresentação da Juventude Nacionalista. Estarão presentes os dirigentes da JN, assim como o Presidente do PNR. Todos os militantes e amigos da JN são convidados a comparecer.

quarta-feira, setembro 21, 2005

AUTÁRQUICAS: Nogueira do Cravo

AUTÁRQUICAS:
Nogueira do Cravo
Peça para a Renascença

segunda-feira, agosto 15, 2005

Consciência

Entre 1994 e 2004, 35 efectivos da PSP cometeram suicidio . A realidade poderá ser ainda pior que a contabilização estatística . Estas estatísticas oficiais só contabilizam casos de mortes com arma de fogo ou por enforcamento , não incluindo por exemplo, suícidio por ingestão de comprimidos e o crescente número de casos de alcoolemia e toxicodependência.
Valter Machado , agente principal da PSP de Setubal, casado , pai e avô, com a vida organizada e sem problemas financeiros conhecidos , com uma folha de serviços e um comportamento exemplar ( no currículo de Machado só existem baixas por um problema no joelho ) nunca precisou de acompanhamento psicológico fosse pelo que fosse . Em Fevereiro comemorou o 50.º aniversário com uma grande festa para a família e os amigos. Tinha 36 anos e nove meses de serviço (já com as percentagens atribuídas à PSP ). No final do mês tinha as férias dos seus sonhos marcadas para Cuba.
Considerado pelo comandante e colegas como um agente “cumpridor e socialmente correcto” ,com solidas amizades entre colegas e conhecidos , juntou-se a esta fatídica estatística .
Valter Machado saiu do serviço às 17h00. Ainda esteve com um colega que não lhe notou qualquer comportamento suspeito. Uma hora depois, Valter escreve um bilhete de despedida à mulher e deixa-o em cima da mesa . O recado dizia que a amava e que ia para Fátima acabar com a vida. Mete-se no seu automóvel e ruma para Fátima. A mulher chega a casa e depara-se com o bilhete. Pega no telemóvel e tenta fazê-lo mudar de ideias. O agente diz-lhe que a “ideia” não lhe sai da cabeça.
Ainda faz um telefonema ao seu segundo comandante, informando-o da sua decisão. “Vou para Fátima e vou suicidar-me.” O pânico instalou-se no edifício da polícia.
A PSP de Setúbal informa a Brigada de Trânsito e a PSP de Fátima das características do carro. O segundo comandante põe-se a caminho, sempre em contacto com Valter, para o tentar demover.
Em Fátima, o agente compra a imagem de um santo e volta para Setúbal. À 01h30 fica incontactável. Valter estaciona o carro à frente da PSP meia hora depois. O desfecho já o conhecemos: Suicidou-se .
Num bilhete escreveu: “Adeus reforma, adeus amigos”.
Terminou assim, da pior forma, uma corrida contra o tempo que durou oito horas, e a vida de um ser humano esmagado por decisões políticas de governantes sem um mínimo de consideração ou respeito pelo povo que os escolheu e neles depositou a confiança para o governar .
Em casa o agente manifestava sérias preocupações pelo facto de ter pedido a reforma , a que tinha todo o direito, há meses, e de ainda não ter recebido uma resposta.
Valter Machado não seria abrangido pela reforma do Governo.

Posta a notícia assim , podemos ser levados a encarar este episódio que ceifou a vida a um ser humano como tantos outros tristes episódios do nosso dia a dia .
Mas será assim ? Não devemos olhar para ele noutra prespectiva ?
Já perderam um minuto a pensar no trabalho fundamental que tem que ser feito pelas nossas forças da ordem no combate a criminalidade e garantir a segurança de todos , nomeadamente GNR e PSP , e analisaram as condições que são dadas a essas pessoas para o executarem ?
Há anos que as condições de trabalho , sociais e humanas das nossas forças da ordem vêm-se degradando .
Perante um crescendo da criminalidade tanto em quantidade de crimes, como na crescente violência com que são praticados , na crescente modernidade e poder de fogo das armas utilizadas pelos criminosos , pela desautorização e falta de respeito com que as forças da ordem são tratadas por quem deveria e tinha o dever em primeiro lugar defende-las e dar-lhes condições de trabalho , pelo desgaste que uma vida feita por turnos ao sabor das intempéries e totalmente insegura , nunca sabendo se voltará pelos seus próprios pés a casa depois do serviço cumprido , postos diáriamente á frente de criminosos sem o mínimo de respeito pela vida humana que os vêm como alvos , sujeitos a serem crucificados pelas chefias , magistrados e imprensa se utilizarem a sua arma em auto defesa e a tornarem-se eles próprios perante os tribunais e os media os criminosos se abaterem para se defenderem no cumprimento do dever um criminoso , sendo sujeitos a processos disciplinares e de averiguações como de criminosos se tratassem , a ver a escumalha criminosa apanhada em flagrante delito e que prenderam arriscando a própria vida a serem soltos por um qualquer magistrado e a rirem-se deles nas próprias caras com total impunidade ? A ter de pagar a sua própria farda, a ter de prestar contas por qualquer equipamento estragado ou perdido, utilizado no cumprimento do dever , a conduzir sem seguro as viaturas na via publica sendo eles próprios os responsáveis pela sua reparação se na perseguição de um criminoso ou no socorro a uma vitima tiverem um acidente ou partirem a viatura .
Os atrasos de pagamento dos serviços gratificados , a que os profissionais não se podem negar , como por exemplo o trabalho feito em eventos desportivos , cifra-se em alguns casos em mais de um ano após o serviço ser efectuado assim como o não pagamento das horas efectuadas para além do horário normal de trabalho como qualquer outro cidadão.
Fazem parte de justas e antigas reenvidicações da polícia a adequação e modernização dos uniformes tanto relativamente ao tipo de tarefa a executar como ao clima da região onde o serviço é prestado , dotar a Polícia de armamento que vá ao encontro da natureza das suas missões, bem como das zonas de maior ou menor perigosidade, dotá-la de um parque automóvel de acordo com as exigências de serviço e acabar de vez com o actual parque totalmente inadequado e envelhecido , uma rede de comunicações funcional que deve incluir a rede de informação policial, que melhore as condições de defesa da segurança pública e, paralelamente, sirva de apoio à acção de cada um dos agentes que está no exterior, acompanhando a sua actuação e as condições em que opera, servindo para lhe dar o reforço quando se torne necessário, ou para transmitir as informações que se revelem necessárias, dotar as polícias de uma base de dados que melhore a sua actuação, onde possam ser organizados e transmitidos os dados referentes a viaturas roubadas, elementos sobre crimes e criminosos, dados legais, etc. Quanto a instalações deveria ser uma prioridade do governo dotar as forças da ordem de quarteis e esquadras com um mínimo de condiçoes de trabalho , criando, entre outras condições, locais em perfeitas condições de higiene e salubridade, para serem utilizados pelos profissionais . Devem os agentes da ordem receber uma remuneração justa que tenha em conta os factores específicos da actividade policial e que lhes garanta a segurança económica e o emprego necessários, a fim de evitar que sejam objecto de corrupção, garantindo-se assim a sua integridade. Não sofrerem, por força da sua condição de autoridade , qualquer restrição ou limitação dos direitos e liberdades concedidos por lei, como pessoas ou cidadãos. Beneficiarem de um horário, de um regime de trabalho e de condições de trabalho que lhes permitam manter as boas condições físicas e psicológicas necessárias para o exercício da sua difícil e importante missão.
Quanto á idade de reforma que o governo quer para estes profissionais, deixo aqui um repto : Retirem do governo e da sala da assembleia da republica todos os deputados com menos de 50 anos de idade ; Peguem em 10 seres humanos jovens e saudáveis na casa dos 20 , 30 anos e soltem-nos lá dentro ; Agora peçam aos senhores que lá ficaram com mais de 50 anos de idade , já com a barriguita e a condição fisica da idade , que corram atras deles e os apanhem ! Imaginem o espectaculo ! E querem esses senhores que um profissional de segurança ande até á idade de reforma que pretendem a calcorrear as ruas das cidades noites e dias a fio vestidos com uniformes totalmente inadequados ( sim , porque não podem de andar no verão debaixo de sol de calções e chinelos como os nossos senhores governantes andam na praia dos tomates , nem de sobretudo no inverno ), e a correr atras de criminosos ?
Antes de escrever sobre este assunto , encontrei estes dois comentários que a seguir coloco,e que me fizeram resolver tambem escrever , a um post sobre este assunto do meu amigo António no seu blog . Não sou um fervoroso apoiante nem "morro de amores" pelas forças da ordem , até porque , inerente á sua função de fazer cumprir algumas das leis que muitas vezes saem das delirantes cabecitas dos nossos incompetentes governantes políticamente correctos, muitas vezes me sinto “do outro lado da barricada” , mas não posso deixar de os defender na medida do possível nas suas justas e necessárias aspirações nem humanamente de deixar de ser solidário por quem muitas vezes arrisca a própria vida para garantir a minha , dos meus e a segurança de todos nós:

Gerónimo escreveu : Dramático...o que queria transmitir este homem??? Preocupante vindo de alguém com uma carreira exemplar...ele cumpriu com as expectativas que criou aos seus superiores e politicos. Os politicos FALHARAM HIPÓCRITAMENTE E DESCARADAMENTE com as expectativas que criaram a este ser humano. Desconhecia esta história, e preferia não a ter lido...quantos mais vão ter que se suicidar para que os hipócritas possam receber grandes reformas com meia duzia de anos em cargos públicos!!!!!!!!!!!!!!!! Sexta-feira, Agosto 05, 2005.
Cesaria Augusta escreveu : Para encontrar esta historia no correio da manhã, é pesquisar Valter Machado no google. O homem deve ter dado o litro para aos 50 anos ter 36 anos e 9 meses de trabalho, trabalhou muitas horas extraordinárias, talvez de noite também. Viver esperando o futuro, o dia em que realizaria o seu sonho. os gajos do governo mudam a legislação e o homem não aguentou!! É que há profissões em que realmente as pessoas só aguentam sonhando com a paz da reforma, sabendo que cada dia em que dão o litro contará para a reforma. E de repente, fica tudo em aguas de bacalhau. o esforço não valeu nada. tinha trabalhado como um cão e não contou para nada!!! Quinta-feira, Agosto 11, 2005.
Só uma coisa , um desejo , posso aqui deixar aos nossos governantes e políticos: Que a vossa consciência, se a tiverem , lhes tire as horas de sono e lhes faça sentir na pele o que este homem sentiu.

PNR VÍTIMA DE UM CASO DE PERSEGUIÇÃO POLÍTICA


COMUNICADO DE IMPRENSA

O delegado do PNR no Porto, Carlos Branco, foi constituído arguido e encontra-se desde o passado dia 8 de Agosto sob Termo de Identidade e Residência por motivo de uma campanha que aquela distrital promoveu em defesa do comércio tradicional português.
A campanha, que apelava ao “boicote ao comércio e produtos chineses”, foi considerada «racista» pelos indivíduos do ACIME (Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas), que apresentaram queixa na Polícia Judiciária. Carlos Branco alegou que a campanha não tinha por alvo os chineses enquanto pessoas ou comunidade, mas apenas os produtos importados da China e vendidos em território nacional, os quais são fabricados com recurso a mão-de-obra infantil e num total desrespeito aos mais elementares direitos humanos — numa situação de clara concorrência desleal.
As medidas de coacção aplicadas configuram inegavelmente um caso exemplar de perseguição política. Tão estranho quando certos grupos de esquerda, na sequência da invasão do Iraque pelas tropas dos Estados Unidos, solicitaram o boicote de produtos americanos, não vimos indignação dos senhores do Alto Comissariado, nem quaisquer medidas coercivas.
Vemo-las agora, num ambiente de perseguição política contra o PNR e seus representantes, por estes sufragarem uma ideia comum a boa parte dos Portugueses: a defesa do comércio tradicional face à invasão de produtos chineses.

Comissão Política Nacional
12 de Agosto de 2005

segunda-feira, agosto 08, 2005

segunda-feira, agosto 01, 2005

COMUNICADO DA COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL DO PNR



PNR RECLAMA PRISÃO EFECTIVA PARA INCENDIÁRIOS

Ante a apatia das autoridades perante mais uma vaga de fogos que ciclicamente devastam as florestas do nosso país, o PNR, para além de lamentar a inexistência de uma correcta política florestal, vem reclamar junto dos governantes a coragem necessária para promover a alteração do Código Penal, com vista ao substancial agravamento das penas previstas por fogo posto (que no máximo, o que jamais acontece, só pode ir até aos 10 anos) e que em caso algum a pena possa ser substituída por qualquer outro mecanismo, quer para os autores materiais, quer para os seus mandantes.

Os portugueses e o PNR não se podem conformar que, não obstante o inferno que todos os anos assola o nosso País, não haja nenhum incendiário desde 1998 a cumprir pena de prisão por tão hediondo crime.

Juventude Nacionalista


uma realidade para breve

"Naquilo que à Juventude Nacionalista diz respeito, entendo que esta é absolutamente fundamental, tendo vindo a acarinhar e a transmitir esta iniciativa.
No actual momento político, económico e social de extrema decadência e injustiça que Portugal e a Europa atravessam, existe uma natural reacção por parte da juventude desperta, que é por natureza rebelde e inconformista, embora generosa e idealista, e da qual uma boa parte tem notórias simpatias pelo PNR e pelas suas ideias.
Os jovens de hoje, são os homens de amanhã, e nós, Nacionalistas, não nos podemos dar ao luxo de desperdiçar este imenso potencial humano, passando-lhe ao lado.
Se não os cativarmos, doutrinarmos e mobilizarmos hoje para o nosso combate, uma coisa é certa: uma grande parte deles perde-se definitavamente para outros partidos ou para um eterno encolher de ombros burguês e de indeferença em relação aos destinos e descaminhos da Nação.
Confiei esta tarefa, apresentando-a como urgente desafio, ao Filipe Baptista e Silva, pois vejo nele as qualidades fundamentais para tal empresa: juventude, determinação, formação política e cultural e uma enorme capacidade de trabalho. Terá assim a tarefa de, em permenente coordenação e na dependência directa da Comissão Política Nacional, criar a estrutura nacional e a propaganda adequada a este fim.
Com os jovens de hoje, seremos poder amanhã!"

Ficam aqui os contactos e o nome dos responsáveis pela JN

Coordenador Nacional
Filipe Batista e Silva

Secretários Nacionais
Emanuel Guerreiro
Rita Vaz

Contactos:
Tel: 96 488 10 83
correio@juvenac.org
SITIO NA NET
correio@juvenac.org

segunda-feira, julho 25, 2005

a ajuda económica a África

Há anos a fio que milhões de euros e dolares, milhares de toneladas de alimentos e outros bens são canalizados para áfrica em nome de uma ajuda económica para combate á fome, á doença e á miséria generalizada por todo o continente africano , incluindo os países saídos da exemplar descolonização Portuguesa.
Grande parte destes fundos nunca chegam ás populações, invariavelmente acabando na mão de meia duzia de ditadores em contas pessoais na Suiça , usados para estes comprarem armas , financiarem os seus exercitos privados para manter o poder, comprarem propriedades e bens nos próprios países que lhes enviaram as ajudas e a financiar a vida de reis dos filhos e familiares dos ditadores na Europa e EUA ,onde residem sob as mais variadas "capas" , incluindo no caso Português o tirar cursos superiores quase oferecidos nas nossas universidades estatais, ocupando dezenas de lugares em detrimento de jovens Portugueses que bem mais se esforçaram e com bem melhores médias , mas que em nome da ajuda paternalista esquerdista para eles são reservados .
É uma hipocrisia a toda a prova o facto de se deixar muitas pessoas no próprio País na miséria ,com fome, no desemprego , sem casas , com reformas miseráveis ao fim de uma vida de trabalho e descontos de impostos, que muitas vezes nem para pagar a comparticipação nos medicamentos que necessitam chegam quanto mais para comer e pagar agua e luz , e usar o dinheiro dos nossos impostos para mandar para esses governantes ,ladrões de colarinho branco, verbas astronómicas que vão direitinhas enriquecer os bolsos desses caciques corruptos que se estão "marimbando" para o próprio povo e se riem nas nossas costas da nossa estupidez.
Toda a política de ajuda internacional é uma hipócrisia pegada. Sempre fui de opinião, como diz o velho provérbio, que se queremos ajudar verdadeiramente alguém com fome, não lhe devemos oferecer peixe , mas sim ajuda-lo a fazer uma cana de pesca e ensina-lo a pescar .
Os europeus , com muito Português á mistura , gostam de pensar que sem a sua ajuda África não sobreviveria. Essa certeza reconforta as boas almas atormentadas pelo remorso colonial ( remorsos de quê? ), ao mesmo tempo que eleva a auto-estima de quem sofre as consequências de uma crise económica sem fim à vista.
No passado 06/07/2005 , na revista Alemã "Der Spiegel" , sob o título "Pelo amor de Deus, parem de ajudar a África!", um africano , especialista em economia e profundo conhecedor das realidades africanas, James Shikwati, do Quénia, afirma numa entrevista ao jornalista de Hamburgo Thilo Thielke que a ajuda internacional só alimenta a corrupção e impede que a economia se desenvolva, que destrói e acaba com a produção agrícola e industrial e causa desemprego, consequentemente criando mais miséria e mais dependência.
Afirma este africano lúcido que a ajuda ao continente africano é mais prejudicial que benéfica , realçou os efeitos desastrosos da política de desenvolvimento ocidental na África, falou sobre governantes corruptos e a tendência de exagerar por interesse o já por si grave problema da Sida . Burocracias gigantescas e inoperacionais são financiadas com o dinheiro da ajuda dos países ocidentais. A corrupção e a complacência são promovidas, os africanos aprenderam a ser mendigos, e tornam-se parasitas e dependentes. Além disso, a ajuda ao desenvolvimento enfraquece os mercados locais em toda parte e mina o espírito empreendedor que é fundamental em qualquer sociedade dando origem a que os países que receberam mais ajuda ao desenvolvimento também são os que estão actualmente em pior situação.
Por mais absurdo que á primeira vista possa parecer, a ajuda ao desenvolvimento é uma das principais causas dos problemas da África. Se o Ocidente cancelasse esses pagamentos, o povo ,os africanos comuns, nem sequer perceberiam. Somente os funcionários públicos e dos programas de ajuda o sentiriam e seriam atingidos.
Ao serem obrigados a encontrar sozinhos as soluções para os seus problemas, os africanos têm a possibilidade de recuperar a dignidade perdida e, eventualmente, a de abrir caminhos originais e novas soluções á sua escala e ao seu ritmo para evoluir.
Afirma Shikwati : Quando há uma seca numa região do Quénia, os políticos corruptos imediatamente pedem mais ajudas. O pedido chega ao Programa Mundial de Alimentação da ONU, que é uma agência maciça de "apparatchiks" que estão na situação absurda de, por um lado, dedicarem-se à luta contra a fome, e por outro enfrentar o desemprego onde a fome é eliminada.
É muito natural que eles aceitem de bom grado o pedido de mais uma ajuda , e não é raro que peçam um pouco mais de dinheiro ou alimento do que o governo africano solicitou originalmente. Eles encaminham esse pedido ao seu quartel-general, e em pouco tempo, se a ajuda for alimentar , milhares de toneladas de milho ou outro cereal são embarcadas para a África .Esse milho acaba em determinada altura num porto como por exemplo o de Mombasa. Uma parte do alimento em geral vai directamente para as mãos de políticos corruptos e sem escrupulos, que em primeira mão o distribuem na sua própria tribo para manter a lealdade tribal em alta e ajudar sua próxima campanha eleitoral. A outra parte da carga termina no mercado negro, onde o milho é vendido a preços extremamente baixos. Os agricultores locais podem guardar os arados; ninguém consegue concorrer com os preços de mercado ditados por esta concorrencia desleal originada pelo programa de alimentação da ONU. E como os agricultores cedem diante dessa pressão e deixam de semear , o Quênia não terá reservas a que recorrer se houver uma seca e fome no próximo ano. É um ciclo simples mas fatal.
Se não existissem as ajudas, os Quenianos, seriam obrigados a iniciar relações comerciais com outros Países africanos seus vizinhos , como o Uganda, Tanzânia , Moçambique, etc, para comprar-lhes alimentos. Esse tipo de comércio é vital para a África pois obrigaria a melhorar as infra-estruturas, enquanto tornaria mais permeáveis as fronteiras nacionais ,que , aliás, até foram artificialmente traçadas pelos europeus. Também os obrigaria a legislar a favor da economia de mercado e levaria a acordos internacionais que favorecessem o comércio e a circulação de bens .
A fome não deveria ser um problema na maioria dos países ao sul do Saara pois nestes países existem vastos recursos naturais como petróleo, ouro, diamantes.
Nos países industrializados existe a sensação de que a África naufragaria sem a ajuda ao desenvolvimento. Será assim ? A África já existia antes das ajudas aparecerem.
Até a sida é um grande negócio, talvez o maior negócio da África. Não há nada capaz de gerar tanto dinheiro de ajudas quanto as fotografias das criancinhas e os números chocantes sobre a sida. Em Africa esta é em primeiro lugar uma doença política. Milhões de dólares e euros destinados ao combate à sida estão guardados em contas bancárias, nos próprios países e noutras partes do mundo, e não foram gastos naquilo a que se destinavam. Os governantes e políticos ficaram cheios de dinheiro, e continuam a desviar o máximo possível em proveito próprio .
O falecido tirano da República Centro Africana, Jean Bedel Bokassa, resumiu cinicamente tudo isso dizendo: "O governo francês paga por tudo no nosso país. Nós pedimos dinheiro aos franceses,eles mandam , nós recebemos e então gastamos".
Todos os anos chegam ao Quénia e a outros países rios de dinheiro , alimentos e roupa usada doada por cidadãos Ocidentais que querem ajudar os africanos.
Shikwati pergunta : Porquê enviar para África essas montanhas de roupas e agasalhos ? Ninguém passa frio no clima africano! A quase totalidade dela não é entregue ao povo . Em vez disso aparece a preços irrisórios á venda nos chamados mercados Mitumba e por isso os costureiros tradicionais perdem o seu unico ganha-pão. Eles estão na mesma situação que os agricultores. Ninguém no mundo de baixos salários de África pode ser eficiente o bastante para acompanhar o ritmo e os preços a que são vendidos os produtos doados. Em 1997 havia 137 mil trabalhadores empregados na indústria têxtil da Nigéria. Em 2003 o número tinha caído para 57 mil. Os resultados são iguais em todas as outras regiões onde o excesso de ajuda e os frágeis mercados africanos entram em colisão.
Quando inquirido sobre se uma retirada neste momento dos programas de ajuda internacionais não iria aumentar a miséria e o desemprego , o economista rematou :
A África precisa dar os primeiros passos na modernidade por conta própria. Deve haver uma mudança de mentalidade. Teem de parar de se auto-considerar mendigos. Hoje em dia os africanos só se vêem como vítimas , como coitadinhos. Por outro lado, ninguém pode realmente imaginar um africano como um honesto e próspero homem de negócios. Para mudar a situação actual, seria útil se as organizações de ajuda saíssem.
É verdade que, se, ou quando o fizerem, muitos empregos serão imediatamente perdidos. Mas que empregos ? Empregos que foram criados artificialmente, para começar, e que distorcem a realidade. Os empregos nas organizações estrangeiras de ajuda são muito bem pagos e como tal muito apreciados, e estas organizações são muito selectivas na escolha dos candidatos. Quando uma organização de ajuda precisa de um motorista, dezenas de pessoas se candidatam. Como é inaceitável que o motorista só fale a sua língua tribal, o candidato também deve falar Inglês , Português , Alemão ou Francês fluentemente, ser minimamente instruido , bem educado sobre o ponto de vista ocidental e ter boas maneiras. Então acaba-se com um jovem licenciado africano como motorista a conduzir o carro de um funcionário da ajuda, distribuindo comida Europeia e levando, como consequencia, os agricultores locais a deixar seu trabalho. É simplesmente surreal! Se se quer realmente combater a pobreza, deveriam parar totalmente a ajuda ao desenvolvimento e dar à África a oportunidade de garantir por si mesma a sua subsistencia e sobrevivência. Actualmente a África é como uma criança que chora imediatamente quando há algo errado a pedir ajuda á Mãe ou ao Pai.
A África tem que erguer-se sobre os próprios pés.

terça-feira, julho 19, 2005

uma nova elite para Portugal

Não me é facil compreender como só agora os nossos iluminados políticos , analistas , empresários e jornalistas descobriram o que qualquer Português minimamente esclarecido já denunciava , sentia e adivinhava pelo andar da carruagem .
Anos sucessivos de governação pouco séria sem a minima responsabilidade e consciência dos efeitos a longo prazo e escolhendo invariavelmente o caminho mais fácil, a demagogia , governando tendo como alvo a reeleição e o manter do tacho, anos a fio de falsas promessas, a prometer o impossivel de ter , de criação de expectativas acima das nossas possibilidades, anos de tentar satisfazer desejos para os quais não havia meios, a dar o que não é nosso, a gastar o que se não tem nem se ganhou ,a contribuir por solidariedade carunchosa para os novos Países saídos da nossa exemplar descolonização sem qualquer tipo de contrapartida, a esbanjar dinheiro numa maquina do Estado cada vez mais inoperacional e numerosa em efectivos humanos , pagando reformas e pensões milionárias a duzias de políticos parasitas que as acomulam com vencimentos milionários , dando emprego em lugares de gestão , de chefia e responsabilidade, no Estado e empresas motoras da nossa economia, a milhares de incompetentes só por serem da mesma cor política , fazendo vários estadios de futebol de luxo e outros milhares de obras inuteis mas autopromocionais , em vez de escolas e hospitais , deixaram como herança aos nossos filhos, dividas externas astronómicas , compromissos insuportáveis e um País em falência anunciada .
Em minha opinião, o que falta ao nosso País , é toda uma elite política, intelectual , moral , empresarial e financeira , de base Patriota e Nacionalista.
As elites fazem parte integrante do tecido social de uma Nação, estando muito mal a Pátria que não as tiver
O desenvolvimento exige a formação de elites, intelectuais, profissionais, morais , sendo a educação , por isso , uma condição base do referido desenvolvimento
"Todos os conteúdos do desenvolvimento exigem agentes qualificados, um conjunto de valores éticos e comportamentos sociais que só podem emergir na liberdade e têm de ser cultivados na escola." ( A. C. Grayling.)
A independência dos Estados, hoje mais do que nunca, está ligada ao reconhecimento e à valorização da única matéria-prima de que todas as nações dispõem: a inteligência e educação dos seus cidadãos.
As deficiências do nosso Estado , deficiências de organização, de educação, de formação, de cultura, de produtividade e rendimento , são fonte de desequilíbrio , de frustração , falta de confiança e motivação e leva á degradação ética das elites.
Em teoria, as elites servem para dirigir , é a elite que organiza e inspira. A existencia de elites não é para tornar o povo mais fraco ou submisso, mas para lhe servir de exemplo e de mola impulsionadora .
A base de todo o problema , o fulcro da doença , é a falta de uma verdadeira elite Portuguesa . O que por cá existe e chamamos elite não o é no verdadeiro sentido e não cumpre os seus deveres. Ao se tornar parasitária e predadora , complacente , ao colaborar na demagogia e cultivar a ignorancia , ao usar o Estado e a sua máquina como um bem próprio adquirido para servir os seus proprios interesses e como seu financiador privado , esta elite de "tias" , de capa de revista da fofoca , da exibição dos pergaminhos da tolice, snobes, altaneiras , profissionais das festas e do exibicionismo, é antes que tudo e acima de tudo anti-patriota e destabilizadora .
Só uma nova elite criada e educada no amor á Pátria e nos valores fundamentais poderá inverter esta amarga realidade . A sua criação tem de partir do seio da família , desenvolvida na educação civica e escolar , de um trabalho de cepa conjunto e com a cooresponsabilização do Estado .
O mérito tem de ser instigado e recompensado. Quem mais trabalha igualmente deve ser valorizado . A seleção tem que ser feita analisando rankings de escolas , medindo e comparando o aproveitamento individual dos alunos , deixando uma vez por todas de aceitar e promover a mediocridade e irresponsabilidade .
Não existe contradição entre a formação de elites e um ensino de qualidade para todos , antes pelo contrario . Só um ensino geral de qualidade permite através do destaque da capacidade individual , do mérito , da competência e do carácter, a revelação e selecção de um estrato de elite digno desse nome, com acesso e capacidade a uma formação superior mais exigente.
Será dentro desta nova geração a forjar , que se conseguirá uma nova classe de dirigentes , de tecido empresarial , intelectual e social , com outra visão , bem preparados para o desafio , autoconfiantes , capazes e Patriotas , com sentido de Estado , uma elite orgulhosa de si e de ser Portuguesa , em que se acredite e a quem se poderá entregar e confiar os destinos e o futuro da Nação .

Encontro Nacionalista Norte e Centro


Encontro Nacionalista Norte e Centro
23 de Julho - 15h30
Porto

A quem se destina?

A todos os nacionalistas do Norte e Centro de Portugal, independentemente da idade, filiação ou ramo ideológico.

Quais os objectivos?

O encontro destina-se a promover o convívio entre nacionalistas, bem como debater e delinear métodos e técnicas de acção local e regional.

Data e hora:

Sábado, 23 de Julho, 15h30.

Local:

Salão Nobre da Junta de Freguesia de Sto. Ildefonso, Porto (Rua Gonçalo Cristóvão, perto do edifício do Jornal de Notícias). Ver mapa.

Iniciativa:

Nacionalistas do PNR e da FN.

Mais informações:
PNR: pnr.porto@portugalsempre.com
Tel: 96 488 10 83

FN: porto@frente-nacional.org
Tel: 91 301 31 61

Entrada Livre!


No mesmo dia, e no âmbito do Encontro Nacionalista do Norte e Centro, decorrerá um almoço nacionalista em Santa Maria da Feira, organizado pelo PNR-Aveiro e FN-Aveiro e aberto a todos os nacionalistas da região. O encontro será pelas 12h.

Os nacionalistas que aí almoçarem juntar-se-ão no Porto para o Encontro Nacionalista do Norte e Centro.

Informações e marcações:
pnr-aveiro@hotmail.com ou tel: 91 873 75 32

segunda-feira, julho 18, 2005

Os excluídos úteis da extrema-esquerda

Há textos que pela sua excelencia me fazem sentir o quanto vale a pena percorrer diáriamente os blogs como o Batalha Final para ler as novas entradas que vão sendo postadas.

Vale a pena uma visita a este blogue para ler mais esta magnifica achega aos acontecimentos de Londres num magnifico texto escrito pelo seu autor , Rebatet.

festival da juventude de lagoa

3º Festival da Juventude de Lagoa
Dia: 22, 23 e 24 de Julho
Local: Recinto da Fatacil
Horário: 18:00 h às 01:00 h


- Expositores
Artesanato - Educação - Solidariedade - Associativismo - Lazer - Comércio

- Desportos Radicais

- Trapézio Gigante

- Worshop’s


Programa Musical:

Palco Lua (concertos às 22:00 h )

Dia 22
Prince Wadada
Loto
FONZIE

Dia 23
X- Wife
MOONSPELL

Dia 24
Alogénio
BLASTED MECHANISM

Palco Sol (concertos às 21:00 h )

Dia 23
Vertigo
No Time to Waste

Dia 23
Synead
Trashcan

Dia 24 -
João Branco
"Straigth from the Heart"

- DGPG com MC Spell


Para mais informações: www.festivaljuventude-lagoa.online.pt

Comentário

Anonymous said...
Excelente Blog.. apesar de nao teres muitos comentarios, acredita que tens muitos leitores assiduos !
Sei de muitos camaradas que tal como eu, moram em Armação de Pêra e visitam o teu blog amiude.

Têm que organizar mais eventos connosco e juntem-se a nós!
abraço \o
neil_NN

Sexta-feira, Julho 15, 2005
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Este comentário que copiei e aqui coloco, foi aqui deixado nesta data por um leitor do blog Lagoa-Nacional .
Quando me decidi avançar com este blog, a intenção, antes como agora , era que este fosse um polo Nacionalista, um ponto de encontro de pessoas que acima de tudo amam e defendem a nossa Pátria.
Por isso , no primeiro post deste blog eu escrevi :
"Tentaremos que este blog seja activo, participativo e interessante, mas ao mesmo tempo informativo e que sirva os interesses da nossa Nação.
Prometemos estar atentos ao que de mais importante se passa a nível regional, por vezes factos muito importantes e que ilustram a realidade local, mas que passam despercebidos a nível Nacional diluídos na muita informação, na maior parte das vezes puro lixo ao serviço do politicamente correcto e dos inimigos internos e traidores da nossa Nação, com que diariamente nos bombardeiam".
É esta a linha mestra deste blog .
Como o camarada neil_nn acima referiu quase não existem comentários da parte de quem frequenta o Lagoa-Nacional .
Aqui vos deixo um repto e ao mesmo tempo um convite: Vamos tornar mais activo e participativo este espaço .Usem-no. Comentem , deixem-me a vossa opinião acerca dos assuntos levantados para que possa nascer o debate e a troca de opiniões. Usem e abusem do mail; mandem notícias de todo o Algarve , de interesse regional , anunciem eventos que possam ocorrer na zona onde moram com interesse para o pessoal , quem tem bandas informe dos concertos que é coisa que nunca se sabe para se poder ir ouvir, escrevam artigos de opinião e mandem-me .
Pela minha parte só vos posso prometer que tudo o que eu receba com interesse será aqui publicado (identificando os autores,o seu a seu dono) para poder ser partilhado por todos nós .
Vamos fazer crescer o Lagoa-Nacional , mas principalmente fazê-lo cumprir os objectivos com que o criei .
Viva Portugal

lagoa-nacional@hotmail.com

sexta-feira, julho 15, 2005

Londres , 1940 / 2005

«we shall fight on the seas and oceans, we shall fight with growing confidence and growing strength in the air, we shall defend our Island, whatever the cost may be, we shall fight on the beaches, we shall fight on the landing grounds, we shall fight in the fields and in the streets, we shall fight in the hills; we shall never surrender»
- Winston Churchill, 9 de Junho de 1940


Quando ouvi a notícia do ataque terrorista em Londres , veio-me á memória este excerto do discurso de Churchill .
Fui á procura dele para o reler pois sempre o achei soberbo , embora não morra muito de amores pelos Ingleses .
Longe de ser, para mim ,esta citação , algum tipo de declaração de guerra. Nela, antes de tudo, está em causa o direito á auto-defesa , á defesa dos nossos valores , da nossa cultura e civilização , da nossa liberdade , da nossa segurança e da nossa Pátria .
O que devemos defender, sem rendição, nas nossas cidades , praias e montes, é o direito a vivermos como queremos e é nossa tradição , sem medos e livres dentro das nossas fronteiras .
O que nos tentam fazer com o terrorismo, com os ataques bombistas, é única e exclusivamente vergar-nos pelo medo, pelo terror e pelo horror.
Porque o medo é inimigo da liberdade. Sentir medo enfraquece-nos , e quando enfraquecemos ficamos dispostos a negociar a nossa dignidade em troca do levantamento da ameaça. Tornamo-nos vuneráveis à chantagem.
Por isso me toca tanto esta citação de Churchill.
Ontem como hoje, Portugueses, Nacionalistas,
"we shall never surrender"

terça-feira, julho 12, 2005

Comunicado da Comissão Política Nacional do PNR



O PNR e a Lei da Nacionalidade

O governo anunciou a sua intenção de, com carácter de urgência, rever a Lei da Nacionalidade, com vista a tornar mais fácil a obtenção da nacionalidade portuguesa e consagrar o «jus solis». Quer isto dizer que a nacionalidade portuguesa será concedida a quantos nasçam em Portugal, quaisquer que sejam as suas origens.

A medida visa, segundo os que nos governam, facilitar a «integração» social dos imigrantes. Trata-se ou de ignorância, ou de má-fé! Por um lado, a maior parte dos imigrantes não quer ser «integrada», antes exige viver de acordo com os costumes e usos de seus antepassados; por outro lado, a «nacionalização» destes estrangeiros vem dificultar ou até mesmo impedir a indispensável expulsão ou repatriamento dos mesmos nos casos em que cometam crimes, por exemplo

O PNR entende por isso que, a ser alterada, a legislação deve caminhar no sentido da consagração do «jus sanguinis», à semelhança do que ocorreu já noutros Estados da União Europeia, como a Irlanda.

Os Portugueses são os filhos dos Portugueses. A nacionalidade não se compra; herda-se.


11 de Julho de 2005

sexta-feira, julho 08, 2005

Usurpação da Nacionalidade



A Nação é a comunidade de indivíduos que tem em comum uma raça, uma etnia, uma língua e uma consciência nacional. Uma Nação é pois um dos graus da estirpe, a par da Família, da Etnia e da Raça. Consequentemente, só pode fazer parte de uma dada Nação, quem nasça no seio de famílias pertencentes a essa Nação. Assim, a Nação herda-se – nunca se compra, nem se adquire por meio de «serviços» (que é o mesmo que comprar), nem tampouco pelo nascimento num determinado local.

Se esta última condição fosse válida para garantir a pertença a uma dada Nação, então também seria válida para estabelecer a pertença a uma dada família. Suponha-se por exemplo que uma família Costa dava abrigo em sua casa a uma pobre mulher desconhecida que estivesse prestes a dar à luz. Será que o filho nascido debaixo do tecto da família Costa, teria direito a herdar a casa da família Costa? Nenhum direito, como é bom de ver.
Mais: em sendo a mulher da família Silva, o seu filho, nascido no domicílio dos Costa, só teria direito ao que pertencesse à família Silva, porque o seu sangue assim o determinaria.

Ora, uma Nação é como uma família maior; e o território de uma Nação é como a sua casa. Conclui-se, facilmente, que só é membro da Nação quem seja filho de pessoas dessa Nação, nascendo ou não em território nacional. É por isso que o único critério de nacionalidade legítimo é o do Ius Sanguinis, isto é, o Direito de Sangue: só deve ser cidadão nacional quem seja filho de cidadãos nacionais.

Ora, à luz do que aqui fica exposto, será que um imigrante pode ser cidadão nacional? Evidentemente que não. E o filho do imigrante, mesmo que nasça em território nacional, tem direito a ser cidadão nacional? Evidentemente que não, pelo mesmo motivo que os seus pais estão excluídos da Nacionalidade. Nada mais legítimo.

No entanto, há quem tenha tal ódio às diferenças entre os homens, à simples existência de raças, de etnias, de famílias até e, no que nos interessa neste caso, de nações, que tudo faz e tudo fará para que todas as fronteiras naturais entre os homens sejam abolidas – para que todos os elementos que definem identidades sejam por fim suprimidos. Estes, que assim pensam, são os universalistas. Toda a Esquerda é universalista – e o governo que dirige Portugal neste momento, sendo fundamentalmente de Esquerda (por mais pormenores ditos «direitistas» que alguns lhe atribuam), vai impor, amanhã, a alteração à lei da Nacionalidade, fazendo com que, a partir de agora, todos os filhos de imigrantes legalizados que nasçam em Portugal, passem a ser automaticamente portugueses. Deste modo, o poder esquerdista (do governo, mas também da ralé adjacente, porque as principais forças da comunicação social e da «intelectualidade» estão certamente a favor de tal medida, basta ver que nenhum partido com assento parlamentar se opôs a essa obscenidade) pega na noção de Nacionalidade e esvazia-a por completo, em nome do seu ideal universalista.

Todo o governo é nada mais do que um órgão eleito pelo povo que tem por função administrar o Estado. Mas o Estado não é a Nação. O Estado é tão-somente uma instituição ao serviço da Nação. O Estado é pois regido pelo governo – mas o governo não tem o direito de alterar a própria essência da Nação, porque não pode ir além das suas competências, que são, repita-se, meramente administrativas.

Assim, este governo mexe no que não lhe pertence – porque em sendo a Nacionalidade um direito de todos os Portugueses, nenhum português tem o direito de a alterar, pois que, actuando desse modo, interfere com o que também pertence aos outros portugueses.
Voltando ao exemplo concreto que foi dado acima a respeito das famílias, o que o governo está a fazer é como se um dos membros da família Costa decidisse que o recém-nascido da família Silva, também teria direito à propriedade dos Costa – seria, obviamente, um gesto de injusta arbitrariedade. O que o actual governo socialista está a fazer em Portugal, é pois um crime contra a Nação – e, se houver justiça no Destino, um dia os seus responsáveis serão julgados em tribunal.

Retornando, uma vez mais, ao exemplo das famílias... suponha-se que o filho da mulher Silva, mudava de apelido, passava a chamar-se Costa... quer isso dizer que a família Costa teria de o reconhecer como membro da família Costa, e, portanto, com todos os direitos de herança que têm os filhos da família Costa? Tal aceitação da parte dos Costa, seria um absurdo lógico. Do mesmo modo, o facto de o governo socialista resolver dar um bilhete de identidade nacional a todos os alienígenas nascidos em Portugal, não deve ser levado em linha de conta pelo Povo consciente. Trata-se de uma situação aberrante que, um dia, talvez possa ser corrigida – e com efeitos retroactivos, por mais que isso custe a alguns.

Porque é que o governo socialista resolve tomar uma medida desta envergadura precisamente nesta altura? Repare-se:

Num momento em que todas as sondagens da opinião pública, revelam, sem deixar margem para dúvidas, que o Povo não quer mais imigrantes, e, especialmente, não quer mais africanos;

Numa altura em que certa sondagem em concreto revelou que o Portugal está em quarto lugar na Europa em termos de hostilidade à imigração;

Num cenário político-social em que se torna óbvio que o Nacionalismo pode crescer em Portugal tanto como cresceu em França, por exemplo (onde Le Pen aterroriza meio mundo), como a manifestação de dia 18 de Junho sobejamente o demonstrou, marcando bem a espontânea aderência popular aos ideais nacionalistas (já que nenhum partido consegue convocar manifestações com tanta gente não militante);

Numa situação destas, a elite político-intelectual que governa o País, resolve pura e simplesmente acelerar o passo: apressar o processo de «universalização» de Portugal, isto é, de diluição do Povo Português, para que as forças nacionalistas não tenham tempo de crescer. Com a população não portuguesa a aumentar de número e a possuir direito de voto, aumenta também a quantidade de cidadãos que nunca votarão no Nacionalismo, mas sempre nos partidos de ideal universalista.

As «elites» de Esquerda querem pois que o resultado da sua acção seja irreversível. Há também, nessas fileiras universalistas, quem siga a moral de dar a outra face – e, perante a violência crescente perpetrada por «jovens» filhos de imigrantes, a Esquerda opta por dizer «Não nos batam, não vêm que nós gostamos de vocês e queremos que vocês sejam dos nossos?»
Ora, a ralé criminosa, com o seu instinto predatório da selva, percebe o sentido de tal atitude: percebe que se trata de pura e simples fraqueza. Percebe que se trata de uma profunda recusa da resistência.
Ora, o criminoso, o abusador, o agressor, o provocador, o que quer mostrar que ele é que manda


Esse tipo de sujeito, fica comovido por atitudes de fraqueza?

O Povo sabe bem que quem muito se agacha, acaba por mostrar as nádegas. No dia Dez de Junho, a escumalha criminosa africana resolveu mostrar aos Portugueses quem é que mandava. Fez o que fez numa praia, e que já tinha feito noutras ocasiões. Nenhum dos integrantes dessa escumalha foi preso. No dia seguinte, fizeram o mesmo no Algarve. Poucos dias depois, assaltaram livremente quem lhes apeteceu, na linha de Sintra. Houve até portugueses que ficaram feridos ao saltarem do comboio: tal foi o pânico que sentiram.

Em suma, a escumalha criminosa percebe, perfeitamente, que faz o que quer e lhe apetece sem que a «sociedade racista!!!» (que eles acusam...) lhes aplique o menor castigo. E se aparece algum cidadão, menos entorpecido, a querer dar-lhes o devido correctivo, eles, criminosos, sabem que haverá logo um coro de «castrati» a cantarolar loas ao anti-racismo e a vituperar quem se quer pura e simplesmente defender dos criminosos alienígenas.

E depois de tudo isto, o governo até lhes dá cidadania. O resultado?

A escumalha criminosa percebe que a táctica da violência resulta. E, evidentemente, continua a proceder como sempre procedeu, mas de um modo cada vez mais grave e ofensivo da dignidade dos Portugueses. E se alguém resolver falar em travar a imigração e repatriar os criminosos alienígenas, aparecerá uma ou várias formas sub-humanas de vida a responder «Ai não!, agora já não pode ser, porque agora, já são portugueses...»
Aliás, isto foi realmente dito, a propósito do arrastão – um porta-voz do CDS/PP chegou mesmo a dizer, na Assembleia da República, que os jovens que fizeram o arrastão de Carcavelos, «são portugueses», e frisou-o bem frisado.

Com a nova lei, essa abjecção, esse NOJO REVOLTANTE, repetir-se-á em frequência e em intensidade. E é por isso que digo e repito: o verdadeiro Povo não pode reconhecer a validade da alteração legal da lei da Nacionalidade. E não pode porque o governo não tem legitimidade moral para o fazer. Falo pois do direito à desobediência civil, previsto na Constituição.
Efectivamente, o Povo tem o direito de resistir aos abusos de poder – isto, até os democratas mais abrilistas reconhecem, como por exemplo o BE, que andou a dar colóquios à sua jumentude, ensinando-lhe técnicas de desobediência civil.

Daí se conclui que é preciso, agora mais do que nunca, passar palavra:

À REVOLTA, PORTUGUESES!!!


Artigo original publicado por Caturo em Gladius na Sexta-feira, 18 de Julho de 2005

terça-feira, julho 05, 2005

energia electrica , que futuro ?

Com o anuncio do empresário Patrick Monteiro de Barros ( de quem eu nunca tinha ouvida falar até hoje ) de que um grupo de empresários Portugueses estaria a equacionar a construção de uma central nuclear em Portugal com recursos a fundos exclusivamente privados , renasceram as “vozes” dos que estão de acordo e dos que se mantêm agarrados ao slogan do “nuclear, não obrigado “ , estes últimos sem saberem bem porquê , que não seja um irracional medo do fantasma Chernobyl .
Num País como o nosso com uma dependência energética quase total , não só pela importação de electricidade já produzida da vizinha Espanha e França como de combustíveis para a produzir , este anuncio devia ser recebido quase como uma bênção , já que para variar a falta de coragem dos nossos políticos e governantes de tocar em assuntos “proibidos” pelo politicamente correcto tolda-lhes a capacidade de raciocínio na resolução dos grandes problemas Nacionais .
Portugal tem urânio , o único combustível para produção de energia eléctrica em que somos totalmente independentes, sendo assim lógica a utilização de energia nuclear . Sob a designação de energia nuclear incluem-se, na linguagem corrente, diversos tipos de técnicas que utilizam fenómenos físicos em que estão em jogo transformações nos núcleos atómicos , neste caso do urânio. Nestas transformações libertam-se grandes quantidades de energia termica , vulgo calor, que é utilizado para produzir vapor de agua que por sua vez vai impulsionar geradores para a produção de electricidade. As fontes de energia que mantêm o Universo , são as reacções nucleares no seio das estrelas , por isso por muito que custe engolir a alguns vivemos diariamente e totalmente dependentes da energia nuclear .
Esquecem-se os mais detractores do nuclear que grande percentagem da energia eléctrica que consumimos é de origem nuclear importada de Espanha e França e que temos várias centrais mesmo á nossa porta que no caso remoto de qualquer problema de segurança nos afectaria como se no nosso pátio estivesse ? Sabem que das várias centrais existentes em Espanha temos uma localizada no rio Tejo bem perto da nossa fronteira junto á autoestrada Lisboa/Madrid? Resumindo , se acham que é arriscado o uso do nuclear, lembrem-se que corremos o risco de igual maneira mas ainda temos de pagar a electricidade a peso de ouro á vizinha Espanha. A grande diferença seria só uma : Em vez de estarem as centrais localizadas do lado de lá da fronteira , estariam do lado de cá ,o que aliado a sermos produtores de urânio contribuiria para a nossa independência e reduziria largamente a nossa dependência externa pois não teríamos de empenhar na compra de combustíveis nem comprar electricidade a outro país produzindo-a nós mesmos com todas as vantagens económicas dai inerentes , e já agora , não correríamos o risco de termos hipotecada a nossa liberdade energética e económica a Espanha , pois em caso de divergências , só tinham desligar o interruptor e o nosso País tinha um apagão dos bons e ficava totalmente paralisado . Já imaginaram o cenário ? Se numa altura destas de seca como a actual os vizinhos espanhóis para manter as reservas deles de agua nos rios comuns não têm pejo em fechar as descargas das barragens situadas no seu país mantendo as suas reservas nos máximos das capacidades , pouco se importando com os nossos problemas de falta de agua , duvidam que em caso de salvaguarda teriam algum pudor em nos deixar ás escuras ? Não duvidem nem um bocadinho !

Esquecem-se igualmente que toda a técnica e tecnologia desde a construção das
primeiras centrais nucleares evoluiu a par da evolução de todo o resto nestes últimos cinquenta anos desde a”idade da pedra” do nuclear . Quando se fala em riscos , fala-se essencialmente no risco de acidente aliado ás primeiras centrais construídas , a primeira geração delas, em que nasceram centrais como cogumelos por todo o mundo sem que se conhecessem ainda as reais medidas de segurança necessárias e os processos de produção tão arcaicos que qualquer pessoa leiga mas curiosa sobre o assunto nem acredita como tenham sido tão poucos os acidentes que nos chegaram ao conhecimento .
O risco actual do nuclear na produção de electricidade não está em construir centrais actuais de terceira geração, mas sim nestas “velhas” centrais que alguns países , pela dependência a elas criada na produção de energia fundamental , teimam em manter em funcionamento , embora se diga em abono da verdade que as centrais verdadeiramente “problemáticas” estão praticamente todas já desactivadas .
Por exemplo a Finlândia , país que como todos sabemos pertence ao núcleo mais “ecologista” do planeta , fez recentemente um pedido à UE para construção de uma central nuclear de terceira geração .
Como sempre , os detractores agarram-se á ideia que , em substituição dos recursos finitos , petróleo e principalmente carvão, o uso e aproveitamento das energias ditas naturais , vento , sol e marés (já que temos de começar a esquecer as hidroeléctricas pois Deus queira que a santa da aguinha dos nossos rios chegue e dure para nos a podermos beber num futuro próximo) , seriam o futuro . Por falar em agua potavel , com as prespectivas negras futuras para nossos recursos hidricos ,mantendo-se a evolução actual das coisas , não se pode por de lado a hipótese de ser a breve trecho necessário avançar para a desalinização de agua do mar para consumo , processo que requer elevadíssimos consumos de energia e que ao preço que esta nos fica actualmente , o litro de agua potavel produzido seria quase incomportavel tornando a agua em artigo de luxo só ao alcance de alguns .
Ninguém duvida que as energias limpas e inesgotáveis são o sonho lindo da humanidade , só que temos de ser realistas . Estas energias são ainda extremamente caras de utilizar e transformar o que as torna incomportaveis nos volumes de produção necessários para as necessidades do País .
Pedro Sampaio Nunes, ex-secretário de Estado da Ciência e Inovação que já desempenhou o cargo de director geral para as energias convencionais na Comissão Europeia, desenvolveu um estudo muito sério de comparação entre o custo actual do Megawatt (MW) de electricidade proveniente de cada uma das fontes, eólica, solar térmica, fotovoltaica, biocombustíveis, hidrogénio e fusão nuclear, tendo em conta a economia de carbono e os mecanismos previstos no protocolo de Quioto, que agravam o preço da electricidade proveniente do carvão, do gás natural e do fuel-óleo. A conclusão não contestada saída deste estudo revela , sem margem de duvidas, que a energia nuclear é de longe a mais acessível economicamente e sem duvida a solução mais viável e vantajosa para Portugal.
Uma coisa é certa , se não tivermos uma tarifa reduzida para a electricidade, nunca poderemos competir internacionalmente ,nunca seremos totalmente independentes , pois tudo o que produzimos baseia-se no consumo de energia electrica pelo que esta é um componente maior dos custos de produção da nossa industria .

Comunicado da Comissão Política Nacional do PNR



Jardim dá razão ao PNR

Alberto João Jardim, em recentes declarações, condenou a invasão imigrante de que Portugal é alvo, salientando a concorrência desleal que tanto prejudica o povo madeirense. Fê-lo no seu estilo costumeiro: sem papas na língua, nem receio do “politicamente correcto”.
O PNR aprecia a coragem do Presidente da Região Autónoma da Madeira, e faz notar que as suas declarações vêm ao encontro do que este Partido tem vindo persistentemente a denunciar e defender. Alto à imigração!

Defender Portugal e os Portugueses não é crime! Ao invés, é um acto da mais elementar justiça. Por muitos rótulos que a ditadura do pensamento único nos queira colocar, e por muito que tentem distorcer sistematicamente as nossas ideias, não nos deteremos face a tentativas torpes de diabolização.

Crime, isso sim, é a traição à Pátria e ao povo português, vinda da extrema-esquerda e de boa parte do sistema, que saem sempre em defesa de quem nos invade, ignorando as graves sequelas que isso provoca a Portugal.

Será Alberto João Jardim “racista” e “xenófobo” por ter proferido tais afirmações? Será o PNR “racista” e “xenófobo” por denunciar incansavelmente a invasão imigrante? Quer-nos parecer que racistas anti-portugueses, isso sim, são antes aqueles que cega e fanaticamente exigem tolerância com quem nos desrespeita e são intolerantes com quem defende Portugal.


5 de Julho de 2005

quinta-feira, junho 30, 2005

a revolta dos pasteis de nata

Há dias que ando positivamente a “ruminar” sobre um programa emitido pela RTP numa recente sexta-feira à noite , A revolta dos pasteis de nata, cujo tema era o racismo.
Para este programa, emitido num canal público pago pelos Portugueses, foram apenas convidados Mamadu Ba, senegalês a residir em Portugal e a senhora Inês Pedrosa , que tiveram a possíbilidade de dizer toda a verborreia que lhes veio á cabeça , sempre com o apoio do ridiculo apresentador do programa, passando a ideia a quem viu o programa que estas duas anteriores personagens seriam uns dignos representantes da sociedade Portuguesa e autoridades sobre o assunto em questão , a culpabilização crescente de algumas minorias emigrantes provocada pelo aumento da insegurança e criminalidade , que estes importantes convidados transformaram numa questão de racismo puro e simples da parte da maioria dos Portugueses .
Quem é Mamadu Ba ? Quem é este estrangeiro que na minha Pátria vem á televisão do Estado dizer mal dos Portugueses que o acolhem ? Porque está cá esse senhor a viver á nossa custa se não se sente bem em Portugal por segundo as suas palavras sermos racistas ? O sujeito evidenciou um desprezo total e racista para com o povo português , chamando-nos atrasados , xenófobos , burros e broncos , apoiado totalmente pela Inês Pedrosa , embora dessa senhora tudo espere pois de entre os vários artigos por si escritos , foi autora de um dos artigos de opinião acerca dos Portugueses mais nojentos que até hoje li.
Como não podia deixar de ser , estes dois personagens mais o palhacinho apresentador, deram voz à versão revisionista do arrastão... afinal, os criminosos negros eram só vinte jovens , e todos os outros 480 que foram vistos a correr, eram jovens inocentes que iam só a fugir da carga policial , o que não deixa de ser curioso, pois as famílias de banhistas brancos que se viam na praia não fugiram pela areia fora quando viram a polícia chegar. Os «revisionistas» do arrastão fazem ouvidos de mercador aos testemunhos dos Portugueses que estavam na praia , pois não são testemunhos credíveis e são mentirosos uma vez que são racistas. Aliás , o Senhor Embaixador de Cabo Verde, também deve ser um mentiroso racista , uma vez que afirmou quando inquirido sobre o assunto , a sua preocupação , pois considera que este arrastão em Carcavelos foi só , segundo palavras suas e ditas para quem o quis ouvir ,”a ponta do tsunami”
O Sr Mamadu Ba satirizou e riu-se com ar de gozo dos Portugueses que pura e simplesmente reivindicam segurança e o direito a não serem invadidos :
Chamou-nos com todos os dentes e a todos imbecis racistas .
A explicação nas suas palavras e da Inês Pedrosa para estar a crescer este sentimento anti criminoso virado para alguma comunidade negra é apenas porque a maior parte de nós passa por sermos desempregados rancorosos e burros, donas de casa analfabetas ,
donos de lojas avarentos que se revoltam com pequenos assaltos de que são vitimas , cidadãos que teimam em andar á noite pela cidade e que por isso , por insistirem em andar por onde não devem , são provocados , insultados ou roubados pelos gangs , um ou outro condutor da carris iletrado que odeia os negros sómente porque algum destes jovens entrou no autocarro sem pagar e o agrediu porque ele teve o desplante de lhe dizer alguma coisa , são os utentes dos transportes publicos que por andarem de telemovel , carteira na mão ou com uns oculos escuros de marca , foram de alguma maneira vítimas por parte dos pobres jovens negros que cobiçam aquilo que coitadinhos não teem dinheiro para comprar .
Mamadu Ba , apoiado por Inês Pedrosa , ás tantas e a talhe de foice, satiriza o português típico que diz que não é racista , mas que não aceita ver a sua filha casada com um preto e que nem lhe passa pela cabeça poder ter um dia netos mulatos , insurgindo-se igualmente pelo facto de a maioria das crianças adoptadas em Portugal serem brancas , acusando os casais Portugueses que adoptam crianças de serem racistas por darem preferencia a miudos e miudas brancas em detrimento das crianças negras , que pelas suas palavras são bem mais necessitados de um bom lar .Tudo isto como ilustração da veia "racista" do povo Português .
Na minha modesta opinião se estes "jovens" descendentes de imigrantes dos bairros degradados se comportassem como cidadãos de bem e pessoas correctas, ou pelo menos se esforçassem para o ser, ninguém estaria contra eles.
Quem se insurje contra criminosos , não tem culpa que eles sejam pretos, verdes ou azuis , se for o caso. Mas há como contornar o facto da quase totalidade da criminalidade ser por eles perpetrada ?
Para esses "jovens" ( jovem = nome dado pelos media e os políticamente correctos a um criminoso com menos de 40 anos se este for de raça negra ou cigana ) é-lhes mais fácil roubar, simplesmente porque descarta, á priori, a necessidade de trabalhar de sol a sol para poder comprar algo que é caro e considerado um luxo. A verdade incontornável é que a maioria dessas pessoas se tiver que optar entre uma vida digna, mas de esforço , cheia de dificuldades e sempre a contar os tostões para a renda e a comida (de resto, em tudo igual á vida da maioria dos portugueses) e uma vida fácil e ociosa , á margem da lei, opta invariavelmente pela fácil. Vender e traficar droga, assaltar e roubar sem o minimo respeito seja por quem for ou pela vida dos outros é mais lucrativo , menos cansativo e não faz calos nas mãos como as ferramentas e as enxadas.
Não trabalhar e gostar de luxos faz parte da cultura dos gangs dos tais “jovens” e é muito dificil contrariá-la .
Eles não são coitadinhos, não sofrem de exclusão social. Eles auto-excluem-se.
Os filhos de emigrantes de Africa e os jovens ciganos não podem queixar-se de exclusão. Uma vez nascidos cá tem os mesmo direitos, nomeadamente de educação e ensino, que qualquer outro português tem, aliás teem muito mais, pois o estado auxilia-os e dá~lhes tudo e mais alguma coisa , até casas lhes dão . Se não o aproveitam, têm que assumir a responsabilidade da escolha e as consequências e não se podem considerar como coitadinhos a vida toda.
Há emigrantes de leste que para cá vieram que caminham diáriamente quilómetros para levar os filhos á escola, faça chuva ou sol. Os filhos têm elevado aproveitamento escolar , muito superior em muitos casos ás medias escolares. A maioria destes emigrantes de leste trabalham como os Portugueses de sol a sol, logo compram telemóveis, assim como carros usados e muitos até o fazem a crédito, porque têm crédito, alugam casas e até se dão ao luxo de ter pequenos luxos . Como o conseguem ? Porque trabalham ,porque educam os filhos e tentam preservar os valores familiares. É curioso verificar como o trabalho honesto abre sempre umas portitas, não é?
Os Portugueses que emigraram, para os EUA , Canadá , Brasil , Africa e sobretudo para França, tinham poucas qualificações, muitos eram analfabetos, viveram em condições sub humanas muitos deles , em bairros pobres nos arredores das principais cidades, mas integraram-se, a maior parte deles assimilou a cultura do país que os acolheu,lutaram por uma vida melhor, trabalharam duro, foram bem aceites pela sua honestidade e capacidade de trabalho ,souberam transmitir valores aos filhos, deram-lhes uma educação , e a grande maioria singrou. Nunca ninguém ouviu falar de guetos Portugueses onde quem lá entrasse era agredida e a polícia era morta a tiro, de gangs de jovens criminosos portugueses onde quer que seja. Se os emigrantes africanos fizessem como fizeram estes emigrantes portugueses, possívelmente ninguem se insurgirá contra sua presença .
O simples facto de se "barricarem" nesses bairros é desde logo auto-exclusão, tipo daqui não saiu ,fico perto dos meus, aqueles que partilham as minhas origens e maneira de pensar, cultivando a diferença , a preguiça , a ociosidade, a imundíce, a promiscuidade, o delito e a degradação crescente. Nem tentam , porque não o desejam , a integração, em pé de igualdade, assimilando a cultura de quem os acolhe , única via para uma plena integração em qualquer sociedade. É preciso ver e aceitar de vez que o crescente numero de “jovens” marginais (e sim marginalizados, mas apenas porque a postura deles assim o impõe), são um problema grave e que a chave para a resolução desse problema passa grandemente pelas suas próprias mãos e postura perante a sociedade. Optem pela via do trabalho, do estudo, do elevarem-se para outro patamar de valores e ninguém nunca lhes negará nada.
Como explicar o facto de que a postura, e as consequências dessa mesma postura, da maioria dos emigrantes de leste e dos Portugueses no mundo , ser tão diferente da dos emigrantes africanos? Tanto são imigrantes uns como os outros.Todos saem da sua terra á procura de vida melhor.Em que medida podemos nós os Portugueses que os acolhemos ser os culpados dessa diferença?
Se calhar , a culpa é mesmo nossa : As nossas escolas não são suficientemente boas para esses jovens. Nem compreendo como o foram para a maioria da população portuguesa e com BI português, que conseguiram estudar e tirar cursos superiores .
A culpa é nossa se existiram muitos portugueses que viveram no limiar da pobreza , se se contentavam com um par de sapatilhas da feira e um casaco de fato e que tinham de durar até á feira do proximo ano e que para estudar se deslocavam quilómetros a pé e á boleia enquanto os pais se esfarrapavam a trabalhar para lhes dar de comer. Realmente como puderam alguns de nós aceitar crescer e viver em tais condições sem sequer manifestar o seu repudio, sem se insurgir? Cambada de frouxos ! Como é que os nossos pais conseguiram criar-nos sem nos abandonar nas ruas , sem delegar para a escola e para o estado a nossa educação e transmissão de valores que a eles, em primeira instância, cabia , tendo de saír todos os dias de madrugada de casa para poder ir trabalhar e só voltando á noite ?
A culpa deve ser nossa se existiram outros portugueses que tiveram desde muito novos de trabalhar de verão em restaurantes e hoteis para pagar os estudos durante o inverno e alguns desses portugueses tiveram mesmo irmãos que tiveram e teem de trabalhar no duro, nas obras, para ajudar o magro orçamento familiar e muitas vezes até postos a trabalhar como castigo por reprovarem um ano e para aprender o que custa ganhar o pão do dia a dia.
É inconcebivel que estes portugueses não se tenham tornado todos criminosos ,não se tenham revoltado, não tenham criado mecanismos violentos de ruptura social para manifestar as gritantes faltas de que eram vitimas, chamando a eles os holofotes, evidenciando assim a gritante discriminação de que eram alvo face aos demais Europeus.
Por isso, “jovens”, revoltem-se ! Há que saquear, molestar, matar e destruir porque é inadmissivel que o estado considere que ao dár-vos apenas uma sala de aula, (ainda que com uma cadeira partida) e um plano de saúde (ainda que com muitas deficiências) está a contribuir para a vossa educação , para melhorar a vida que os vossos pais tinham . Não, o estado não tem que lhes dar oportunidades , ferramentas para o futuro ! O estado terá obrigatóriamente que dar-vos tudo aquilo que desejam e nunca tiveram, mesmo sabendo que se tivesse que depender do vosso esforço e vontade própria, nunca teriam.
E é para dar continuidade e apurar tudo isto que o Governo português prepara-se para alterar a lei da nacionalidade tornando-a ainda menos criteriosa e facilitando a sua obtenção pelas comunidades imigrantes em Portugal. O presidente da associação Solidariedade Imigrante revelou que em reunião com o grupo parlamentar do PS pediu uma reforma ainda mais alargada à lei de forma a permitir a legalização indiscriminada de todos os imigrantes que se encontrem no nosso país. O PS prepara-se também para alargar as medidas de protecção social à imigração, o que implica naturalmente mais um acréscimo de custos para o contribuinte português.
Este governo envia assim um sinal de que, na realidade, o crime compensa e a chantagem política é eficiente. Quando no futuro reivindicarem algo mais, as comunidades imigrantes saberão que o melhor meio é tentar impor o medo e a desordem social, pois ao abrigo dos argumentos da exclusão social ou de qualquer protesto de discriminação, não só não serão punidos como serão provavelmente agraciados com qualquer medida política de encontro às suas reivindicações e aspirações, caso contrário poderão sempre ameaçar que os problemas sociais e a criminalidade aumentarão. É sem dúvida uma forma de pressão eficaz perante um Governo fraco que em vez de optar por uma posição dura, enviando um sinal claro de autoridade, recua e cede a grupos de pressão traidores á Patria Portuguesa .
O Governo vai assim retirar totalmente ao direito de nacionalidade qualquer dignidade simbólica mínima que ainda lhe restasse.
É o achincalhamento completo do legado histórico de Portugal, o desrespeito por quem ergueu a nação à custa do seu sangue,do seu trabalho . Qualquer estrangeiro que por cá aterre arrisca-se agora a tornar-se uma espécie de “português instantâneo”. Os políticamente correctos retiram cada vez mais significado ao “ser Português”. Não é necessário demonstrar fidelidade à nossa Pátria, prestar serviços de relevo, integração na nação, qualquer tipo de ligação emocional a Portugal! Não, basta ter um filho por cá que a descendência será logo "portuguesa de gema" ou então fazer um simples requerimento !
Não seria, embora já com grande atraso , neste momento mais util aos interesses de Portugal e dos Portugueses , inclusivamente dos próprios imigrantes honestos e trabalhadores , que os nossos governantes tivessem a preocupação de tentar devolver a segurança ao País , de parar a invasão indiscriminada de novos imigrantes , criando mecanismos que a controlem e a dificultem, tratar de separar o trigo do joio deportando para os países de origem todos os que aqui estão ilegalmente , a escumalha e todos aqueles que cometesse crimes na nossa Pátria , muitos deles criminosos fugidos do seu próprio país?
Se calhar era , mas não seria políticamente correcto .
Puta que pariu os cobardes que são incapazes de tomar medidas em defesa da Pátria sem temer as críticas!

terça-feira, junho 28, 2005

AVISO: CONTACTOS PROVISÓRIOS DO PNR



Devido à reorganização interna decorrente da II Convenção Nacional do PNR, os antigos contactos do partido estão presentemente desactivados. Em alternativa, e enquanto a situação não for normalizada, estarão disponíveis provisoriamente os seguintes contactos nacionais:

- Telefone: 91 764 75 32

- Endereço Postal: PNR - Apartado 8178 - 1802-001 Lisboa

- O sítio do PNR-Porto funcionará, também em regime provisório, como o órgão oficial de comunicação da Comissão Política Nacional do PNR.

- Todos os contactos do PNR-Porto podem igualmente ser utilizados.

CONVENÇÃO NACIONAL: ELEITA A NOVA DIRECÇÃO DO PNR



Decorreu no passado dia 25 de Junho a II Convenção Nacional do PNR, presidida por José António Pombal. Na primeira parte foram apresentadas duas moções estratégicas e aberto um período para a intervenção dos militantes. Na segunda parte procedeu-se à votação das moções e das listas para os diversos órgãos do partido.

Ambas as moções foram aprovadas por maioria absoluta. Foi eleito o novo Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, assim como a nova Comissão Política Nacional e os membros dos restantes órgãos do partido. Além de José Pinto-Coelho, fazem parte da nova Comissão Política Nacional Humberto Nuno de Oliveira, José António Pombal, Pedro Frade, Rui Paulino, João Catarino e João Franco.

No seu discurso final, José Pinto-Coelho realçou que, daqui em diante, a nova equipa dirigente trabalhará no sentido de fazer do PNR um partido mais forte, coeso, determinado e destemido. Para isso, cabe à nova direcção a renovação e reorganização interna do partido que se impõe. Foi ainda anunciada a criação da Juventude Nacionalista, que será coordenada por Filipe Batista e Silva e deverá ser oficializada durante o Verão.

A mudança que se materializou nesta Convenção, e que foi entusiasticamente acolhida por todos os militantes presentes, representa para o PNR um motivo de esperança e coragem para o futuro. Com os novos quadros eleitos, o PNR estará preparado para se transformar, a breve trecho, numa verdadeira força de oposição nacional que realize a unidade dos nacionalistas e que congregue todos os Portugueses fartos do actual sistema de destruição nacional.

VIVA O PNR!!!
VIVA PORTUGAL!!!

segunda-feira, junho 20, 2005

perto de mil Portugueses responderam á chamada



A adesão á manifestação contra a criminalidade ultrapassou todas as espectativas.

Mil Portugueses, senão até mais, quiseram estar presentes! Desfilaram ombro a ombro a caminho do Rossio e fizeram ouvir a sua voz entoando o Hino Nacional e gritando bem alto "Viva Portugal".
Independentemente se faziam parte da Frente Nacional, PNR, Causa Identitária, ou apenas mais um cidadão sem qualquer ligação a nenhuma das forças que ali estavam presente, pelo amor á Pátria, os Portugueses souberam manter a calma e a dignidade não respondendo á escumalha que ali se deslocou com a simples intenção de provocar os manifestantes e tentar faze-los reagir.

Fotografos e jornalistas eram mais que muitos! Há muito que não via tanta gente de máquina de fotografar e de filmar na mão. Mesmo assim as televisões, com a SIC Notícias á cabeça, insistiam em que o quase milhar de manifestantes não eram mais que cerca de 100 (veja aqui os 100 nacionalistas) e deram-se ao trabalho de andar a correr de um ponto para outro da manifestação, mas, principalmente depois desta ter terminado, desunhavam-se para encontrar o que filmar e/ou fotografar passível de denegrir a imagem dos Portugueses presentes. Que triste figura fazem os traidores e apresentadores na TV, mentindo tão descaradamente.

As 3 organizações presentes e os seus membros (FN, PNR e CI) colaboraram de forma exemplar, mostrando que é possível trabalhar em conjunto a bem de Portugal.

sábado, junho 18, 2005

será pacheco pereira um skin disfarçado ?

Crime, Violência, Raça, Sexo, Cultura e Nação
José Pacheco Pereira
Revista "Sábado" nº 47

«A ideia politicamente correcta de que não se deve nomear a cor, nacionalidade (no caso de imigrantes) ou qualquer outro pormenor que possa ser considerado racista, sexista ou xenófobo, nas notícias dos crimes, é só e apenas isso: politicamente correcta. Na prática, censura-nos uma informação que devíamos ter: a relação entre a criminalidade e os factores sociais e culturais onde ela encontra raízes. Nos crimes não há (não deve haver) desresponsabilização individual por razões "sociais" e muito menos "explicações" colectivas que desvalorizem o acto criminoso, e é insensato pensar que não há "meios" de cultura favoráveis que incluem hoje a cor da pele, a idade, os padrões de consumo "cultural", e o "ambiente", a ecologia dos sítios. É verdade para os lavradores que matam por águas e marcos do terreno, para os perdidos do mundo dos escritórios e da função pública que matam por ciúmes; para os mil e um "espertos" de todas as economias fora do fisco, sempre na linha entre a corrupção activa e passiva; para os ciganos, eternos vendedores e compradores de tudo o que se compra e vende; para as máfias da imigração, que exportam métodos expeditos de "protecção" e punição; e para os desenraízados violentos dos subúrbios negros e, a prazo, islâmicos.

As recentes mortes de polícias não foram obra de "bandos de pretos", mas uniram no assassinato duas realidades do crime: a nova criminalidade violenta e agressiva dos bandos negros de segunda geração, ou seja, portugueses filhos da primeira geração de imigrantes das nossas antigas colónias de África, e o submundo da "noite" do subúrbio, bares, casas de alterne, prostituição, tráfico de tudo, drogas e armas, economia paralela, ainda dominantemente caucasiano branco, ainda dominantemente português, embora a nova imigração de leste lhe dê um braço armado mais pesado.

Em ambos os casos as explicações "sociais" são mais que conhecidas, em particular para a nova criminalidade violenta ligada a grupos de jovens negros: vida de gueto, segunda geração sem a vontade de integração dos pais, sem a subserviência da emigração que veio da miséria absoluta e aceitava tudo, sentindo o racismo da sociedade branca como ninguém e respondendo-lhe com uma procura de identidade no crime e na violência. Muito centro comercial, muito filme americano, muito rap, muito jogo de vídeo, nenhuma escolarização, e, na cabeça, a violência como afirmação de força e identidade. É um problema sério cuja versão light se encontra todos os dias nos bandos que habitam o Colombo e outros centros comerciais, ou em que míudos assaltam míudos à porta de tudo o que é escola.

Depois há os grandes negócios clandestinos de sempre, a prostituição, a droga, as armas (este em crescendo), e todo um mundo de oportunidades na "indústria da noite", a dos ricos e a dos pobres. Uma nova riqueza consumista, dinheiro mal ganho por todo o lado, no "estado social", na economia clandestina da construção cívil, nos jeitos e "biscates", nas lojas que nascem e desaparecem sem que ninguém as perceba, na lavagem de muito dinheiro, tudo isto atrai uma competição sem tréguas, onde habitam personagens não muito distintas das da Quinta das Celebridades, quer as vindas de Cascais quer as da Brandoa.

Aqui Portugal mudou, e muito, e precisa de o compreender sem ser aos sobressaltos televisivos de cada crime. Precisa de outros polícias, outros magistrados e, num ou noutro caso, de novos procedimentos adoptados a uma realidade mais cruel. Mas precisa também de outras escolas e outros subúrbios, porque estes, feitos pela ilegalidade consentida de autarcas e governantes, vieram do crime e da pobreza e perpetuam o crime e a insegurança.»
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Imaginem este texto escrito por um de nós ? Já os políticamente correctos se tinham sublevado , berrado , acusado ,exigido investigações , que fosse considerado proscrito , rotulado de nazi , já tinha sido identificado , fotografado para os registos dos criminosos perigosos pelo sis.
Só pode , aquela guedelha e barba são falsas , o Pacheco é um skin nazi da extrema direita disfarçado ! Só um skin nazi da extrema direita é que vinha a publico falar da insegurança que se vive , da necessidade de se parar a criminalidade , do problema que são para a nossa sociedade os imigrantes e a sua descendencia , chamar pretos aos pretos , exigir que se faça algo para mudar este filme que se vive na nossa Pátria.

sexta-feira, junho 17, 2005

18 de junho , 14 horas , martim moniz

Finalmente chegou a confirmação da autorização pelo Governo Civil da manifestação contra a criminalidade , às 14 horas de amanhã no Martim Moniz.
Uma das muitas armas utilizadas pela contra-informação a tentar o boicote á manifestação e que cai por terra agora ,era que esta seria um acto á margem da lei por não ter sido autorizada.
Tudo tem sido tentado para desmobilizar os Portugueses , desde os grosseiros boatos ás falsidades mais infames postas a circular pelos politicamente correctos e os seus lacaios da comunicação social com o objectivo de afastar o cidadão anónimo da manifestação .
Desde que a nossa a imprensa “livre” a soldo dos políticozitos do poder e seus rafeirotes sonhou com a intenção de os cidadãos se manifestarem ordeira e pacificamente contra este aumento exponencial da violência , insegurança e criminalidade , tudo teem feito para tentar travar a adesão que se adivinha maciça dos mais variados sectores da sociedade Portuguesa , tentando transformar uma manifestação de Portugueses numa reunião de perigosos racistas e criminosos “skins nazis” que é como a imprensa tem tentado rotular os nacionalistas , com toda a carga negativa que isso possa trazer para o cidadão comum e fruto de um trabalho sistemático e diário no denegrir de imagem dos nacionalistas tentando “pinta-los “ como foras da lei , desviando as atenções dos únicos e verdadeiros criminosos .
Para quem duvide do aqui dito veja-se o exemplo do que se passou no passado dia 10 de Junho , quando um grupo de membros da extrema-esquerda armados , só com o propósito de desencadear desacatos e provocar, tentou boicotar as celebrações do Dia de Portugal, envolveram-se em agressões e confrontos com a polícia enquanto á distancia respeitosamente e tranquilamente nacionalistas homenageavam os mortos pela Pátria . Nenhum Nacionalista se envolveu em confrontos com a escumalha , Os jornalistas estavam presentes , assistiram a tudo , registaram os actos fotograficamente e em video. No dia seguinte para meu espanto , na imprensa escrita, por exemplo , no correio da manhã, como título e em letras garrafais , num artigo assinado por um pulha pseudo-jornalista sabe-se lá a soldo de quem chamado miguel curado, lia-se :

Lisboa: Polícia separa grupos rivais à bastonada

Pancadaria entre skins e anarcas

Se se perder tempo a ler o desenvolvimento em letras pequenas deste lixo , na transcrição da notícia da lusa apenas se fala em confrontos entre a escumalha e Polícia . Onde foi este bandalho , este pulha, buscar os “grupos rivais” e os “Skins para este título ?
O que eles tentam desesperadamente é impedir que inúmeros patriotas, das mais distintas correntes nacionalistas se unam , ombro a ombro , com cidadãos que não estão ligados a qualquer movimento nacionalista mas estão diariamente a despertar para a situação caótica que se vive , e que vão concerteza Patrioticamente responder á chamada e fazer ouvir a sua voz até agora muda contra o caos em o que se encontra a nossa sociedade . Já tremem os traidores á Pátria , é o pânico instalado .
Se para amanhã , para estar presente, se sente indeciso , pergunte a si mesmo :
Sou um homem ou um rato ? Qual é o meu dever ? Marchar lado a lado com outros Portugueses na defesa da Pátria e dos nossos filhos , ou continuar a pactuar e ser cúmplice pelo silencio com os traidores á Pátria e os criminosos, viver na insegurança e no medo , apenas pelo receio de ser visto perto de pessoas que usam o cabelo rapado e rotuladas negativamente pela imprensa , mas que teem sido dos poucos a corajosamente dar a cara e o corpo em nome dos Portugueses , em sua defesa , e por Portugal ?
Sei que vai lá estar, tenho a certeza que a sua dignidade e a sua honra vão prevalecer .

quinta-feira, junho 16, 2005

LISBOA , 18 DE JUNHO

MANIFESTAÇÃO CONTRA O AUMENTO DA CRIMINALIDADE







É ALTURA DE DIZER BASTA !!!

Apelamos a todos, independentemente da sua ideologia ou filiação partidária, que querem mais justiça, mais liberdade, e um efectivo combate à criminalidade, nas suas raízes e origens, para se juntarem à manifestação do próximo Sábado, 18 de Junho 2005, às 14h!
Não pense apenas no seu umbigo, os problemas locais são os problemas de todos os portugueses.

Ponto de encontro:
MARTIM MONIZ, 14horas

Ajude a divulgar esta iniciativa!
Envie a convocatória por email ou SMS,
divulgue em sites, fóruns ou blogs.

VAMOS TODOS EXIGIR JUSTIÇA

terça-feira, junho 14, 2005

Até amanhã , camarada

Morreu Alvaro Cunhal .
Independentemente da sua cor política , das suas ideias e ideais , morreu um Português de sete costados , um dos vultos da história contemporanea Portuguesa.
Alvaro Cunhal era um Homem com H grande , um Homem sério ,um Homem determinado e batalhador, um Homem de convicções , um Homem de coragem que não teve medo de lutar pelos seus ideais, um Homem que nunca traiu nem renegou aquilo em que acreditava e nunca se rendeu .
Alvaro Cunhal foi um guerreiro , um soldado que devotou a vida á luta pela sua causa .
Até amanhã , Camarada , os Portugueses nunca te esqueceram .
Uns porque te seguiram , estiveram a teu lado e comungaram contigo as trincheiras .
Outros , como eu , nas trincheiras opostas e teu inimigo , respeitam-te e sempre se lembrarão de ti , com o respeito que só os Homens merecem .

segunda-feira, junho 13, 2005

isto está bonito e leva jeito !

Agentes da autoridade todos os dias desrespeitados no exercicio das suas funções,baleados em guetos formados por minorias emigrantes , roubos e assaltos cada dia que passa mais violentos ,total falta de respeito pela vida humana , insegurança nas ruas ,nos transportes publicos , nos nossos locais de trabalho ,a entrar na nossa própria casa ,a droga a corromper os melhores filhos da Nação , a comprometer o futuro da nossa juventude , traficantes que se passeiam com todo o ávontade e despudor muits vezes ostentanto a sua nova riqueza e poder .
Sexta foi o que se viu em Carcavelos , Sabado em Quarteira .
Que mais tem que acontecer para que o governo se resolva a tomar medidas concretas ?
Será que vai ter que continuar a agressão indiscriminada e violenta nas nossas cidades e a morrer gente inocente para que se tomem iniciativas em prol da segurança do cidadão comum ? Será que os políticos que nos governam não teem coragem para uma vez por todas criar condições para que se interrompa este crescendo de violencia e crime ?
Já nem na praia se pode estar num feriado , com a familía e em pleno dia.
Será que os iluminados que estão no poder não discorrem que a violencia gera sempre violencia e que estamos a viver em cima de um barril de polvora ? Que o medo e a insegurança que o Povo sente está a criar em todos nós sentimentos de revolta que mais dia menos dia nos vão fazer explodir e reagir em autodefesa já que ninguem nos defende ? Que um dia essa violencia vai acabar por atingir a nossa própria casa e nesse dia , em defesa de um familiar , de um filho ou filha , um cidadão anónimo e calmo pai de família, vai sem pensar, fazer justiça pelas suas próprias mãos e dar inicio a algo que ninguem quer ou deseja ? Será que não veem que situações destas só servem para extremar posições e que quem ganha são sempre as facções da sociedade mais ultra-radicais pois estas situações é que fazem crescer e alimentam os xenofobismos e o racismo exacerbados ?
Os problemas como o que se passou em carcavelos não são para se remediar á posterior depois de acontecerem . Não se resolve chamando ao local o aparato policial que se viu . O problema tem que ser evitado . O que aconteceu não podia acontecer , a polícia não tinha que ser chamada para chegar meia hora depois e andar a correr atras de 500 meliantes areal fora .
Resolvam o problema dos guetos e bairros onde nasce e se esconde 99% da criminalidade nas nossas cidades. Acabem com a imigração desenfreada que os criou .Acabem com as fronteiras tipo "saco roto" e a política das "pernas abertas" a tudo e todos tornando a nossa Pátria num paraíso para criminosos fugidos dos países de origem que aqui , á mistura e a coberto de gente honrada que para aqui veem apenas com o intuito de trabalhar, desenvolvem os seus esquemas criminosos impunemente recrutando entre os jovens desenraizados, desempregados e sem vislumbre de futuro, apoiados e protegidos pelos políticamente correctos.
Para o bem da nossa Nação ,senhores políticos no poleiro , deixem-se de desculpas e paternalismos e tomem medidas para acabar com as doenças sociais que estão a criar e a alimentar o monstro .

sexta-feira, junho 10, 2005

a receita PS para ganhar as eleições em lagoa

O Partido Socialista de Lagoa pôs-me hoje por debaixo da porta o seu boletim informativo de Maio de 2005, tendo eu ao entrar em casa dado com ele entre a parafernália de folhetos do Lidl , do Maxmat, da Worten , do Plus , da Rádio Popular e outro lixo afim, o que me irrita de sobremaneira pois eu e os outros Lagoenses é
que temos de pagar a taxa de recolha de lixos urbanos, e estes senhores que diariamente me poluem o chão da entrada da casa não pagam nada .
Embora o Boletim diga a um canto “ano 3” confesso que é o primeiro que vejo ou que me põem de baixo da porta , mas pelo que li, movido pela curiosidade, não devo ter perdido grande coisa nos números anteriores.
Em destaque vem a fotografia do advogado Aurélio Marques, que se autoproclama independente, a ocupar a capa da folha A3 dobrada a meio que compõe o boletim, e o seu nome em letras garrafais, com o propósito mais que evidentee descarado de nos meter pelos olhos a dentro o sorriso do Sr.Aurélio como candidato á Câmara .
Como por defeito costumo saltar da capa para a ultima folha antes de abrir os jornais, aqui fiz o mesmo , começando por ler um editorial do Sr.Luís Encarnação , onde exultava o Sr. Aurélio e o querer do PS de mudar a cor política da camara , aproveitando-se dele como testa de ferro para se fazerem ao tachinho seguindo as
pegadas do Sr. Sócrates .
Fui então ler a pseudo entrevista panfletária .
Confesso que encarar o Sr. Aurélio como independente custa-me um pouco a engolir. A abrir esta curta pseudo entrevista, é o próprio senhor que afirma já ter vasto curriculum político ao serviço do PS tendo sido dirigente da JS em Lisboa, dirigente da Comissão Coordenadora dos NISE (coisa de que nunca tinha ouvido falar), 1ª organização estudantil do PS .
Não está mau , não senhor, para quem se arvora independente. Será que o é por ter sido despedido por não pagar as cotas do partido? Não, não acredito, não estou a ver um ilustre advogado com vasta experiencia política e em gestão a esquecer-se dos seus compromissos deve ter sido por qualquer outra razão que não é para aqui chamada.
Um pouco mais á frente afirma que a campanha vai-se orientar por objectivos bem definidos, sendo um deles a promessa de requalificação do ambiente urbano da cidade devolvendo o espaço á cidade , reforçando a ideia com a explicação de que mais importante que a construção de equipamento (perdi-me aqui um pouco a pensar que equipamento urbano estará a fazer falta aos Lagoenses ,será que o PSD não tratou de fazer todo lampeirinho e tambem a pensar a longo prazo nas eleições, todo e mais algum equipamento que se pudesse imaginar para uma cidade desta dimensão ? ) a preocupação do PS é a qualidade de vida dos cidadãos , que passa , entre varias coisas , pela importantíssima “ política de estrutura verde , contínua e transversal para que surjam jardins e áreas pedonais que façam de Lagoa um espaço de vida” .
E esta importância deve ser imensa, para levar o Sr. Aurélio a repetir todo este trecho da cassete, exactamente pelas mesmas palavras, mais á frente noutro contexto de pergunta do pseudo jornalista entrevistador.
Leio mais meia dúzia de linhas e eis que o Sr. Aurélio surpreendeu-me pelas suas palavras de tal modo, que me levou a reler algumas frases atrás, a ver se tinha mesmo lido bem a tal “coisa” verde e transversal para devolver o espaço pedonal aos Lagoenses.
Diz o Sr. Aurélio com uma grande lata para sacar o voto a alguns comerciantes de Lagoa, que assume o compromisso com alguns destes (tenho estado a fazer um exercício de memória e devem ser para aí 4 ou 5 no total ), não todos pelos vistos, que querem ver de novo a rua baptizada como 25 de Abril aberta ao transito, de arrancar toda a calçada que foi á anos lá colocada quando do fecho desta via ao transito, e voltar a instalar o caos anteriormente existente .
Então e a dita coisa verde , transversal e pedonal ?
Será que este “pedonal “ não tem a ver com a possibilidade de se andar a pé pelos espaços ? Se calhar não. Se calhar deve ser qualquer outra conceito que me escapa .
E , pelos vistos, esta promessa e compromisso com os tais comerciantes deve ser também de uma importância extrema, senão, não apareceria novamente na ultima folha, mesmo ao lado do editorial , como insistência na valorização da qualidade de vida do Concelho de Lagoa . Note-se que a importância desta estupidez, aos olhos do PS, ultrapassa as fronteiras da cidade e extravasa para todo o Concelho.
Será que o Sr. Aurélio, os iluminados senhores do PS e os importantes senhores comerciantes da rua 25 de Abril não discorrem que não é o caos de transito que renasceria por ser uma rua que atravessa a cidade ao meio e como tal passaria a ser a mais escolhida para acesso de quem vem da zona de carvoeiro e mesmo da 125 á Via do Infante e vice-versa , que iria dinamizar o comércio ?
Não estará na mão destes mesmos senhores comerciantes, por iniciativa própria, e porque não com a colaboração, empenho e auxilio da Câmara , dar a volta ao espaço , renovando as lojas, procurando novas formas de ir ao encontro das necessidades e quereres dos possíveis clientes , reparando as fachadas das mesmas, criando areas de sombra e arvores, cuidando da rua,limpando a cáca de cão , criando zonas de jardim e esplanadas dignas desse nome , investindo em animação tanto diurna como nocturna tornando a zona apelativa para agradáveis passeios a pé ( será que aqui se encaixa a tal coisa pedonal? )e fazer do espaço um lugar agradável onde se possa estar com prazer a usufruir as noites quentes e mágicas do nosso Algarve , levando os jovens e não só a adoptar o espaço como seu e como ponto de encontro e de lazer ?
Se calhar estou enganado :
Venham de lá os automóveis , o barulho , a confusão, as buzinadelas, o fumo e o cheiro a gasóleo , os automóveis parados em cima dos passeios á porta das lojas , isso sim .
Vamos votar o Sr. Aurélio e o PS para poder-mos ter isso tudo ! Que saudades do PS na Câmara que eu sentia . Espero que não demorem muito, se conseguirem o poleiro, a voltar a autorizar aos amigos construir aquelas aberrações a que chamam prédios, plantados no coração de Lagoa como altos cogumelos venenosos erigidos possivelmente para memória futura dos lagoenses do belo exemplo que foi o urbanismo numa gestão autárquica PS .
Mas se a importância dos temas pode-se medir pela repetição e destaque que o Sr. Aurélio dá aos assuntos, ele volta a colocar a tónica do seu discurso , por 2 vezes em pontos diferentes da entrevista, da muitíssima importante “ integração das comunidades de trabalhadores emigrantes” .
É verdade , Sr. Aurélio , tem toda a razão. Pelo andar da carruagem e pela “política das pernas abertas“ dos seus iguais políticamente correctos a tudo que é emigrante, faz muito bem em preocupar-se com este relevante assunto acima de todos os outros, pois não tarda muito os emigrantes estão em maioria á porta das urnas de voto e é com votos que se ganham os poleiros bem pagos e as belas pensões de reforma.
Com este assunto , com o compromisso de recriar o caos do transito no coração da cidade e com o tal assunto da tal misteriosa “coisa” transversal verde e pedonal.
O resto é secundário.